Grupo de AP - Escola Secundária de Pombal, 12º B, ano lectivo 2009/2010 - enfrenta com bravura artigos sobre neurociência, empresas de brain fitness, teorias de auto-ajuda e a preguiça para descobrir como pôr os seus neurónios a cintilar.

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Sábado, 15 de Maio de 2010

O Caminho para a Memória Fotográfica

Aqui a vossa sincera escriba inscreveu-se para o exame de código da estrada e tem, portanto, um rol de informação inútil pura para decorar, tarefa a que já me desabituei porque, enfim, o Estudo do Meio da primária já lá vai há uns anos. Mas este preâmbulo apenas serve para introduzir a minha busca épica via google por métodos de memorização e a lista de resultados que se segue:

 

(de memorization tips)

  • Criar um acrónimo (pegar nas primeiras letras de uma lista de termos e criar uma "palavra"): Funciona. Especialmente bom se os termos têm uma ordem - como as cores do arco-íris ou as divisões taxonómicas. Mas limita-se a memorizações muito simples. Next.
  • Criar uma frase (substituir os termos a decorar por outras palavras com a mesma letra inicial e fazer uma frase): O mesmo que com o acrónimo. Mas é um clássico, famosíssima na forma dos planetas - foi um dia triste para as mnemónicas quando Plutão deixou de ser um planeta - mas de momento não me lembro de nenhuma. O que prova algumas coisas sobre o prazo de validade da técnica.
  • Cantar: Estou céptica. "Ai ai ai ai, andei a mais de 90 numa localidade, passei um stop, ultrapassei na linha contínua, encandeei um cão com os máximos, abandonei um atropelado, ai ai ai contra-ordenações muito graves, ai ai ai ai lá se vai a carta de categoria B, com a qual se pode conduzir máquinas e tractores agrícolas até seis toneladas, por 2 meses a 2 anos...". Simplesmente, não me parece.
  • Repetição: Isso era o que eu estava a fazer antes de achar que não havia paciência para isto e precisava de técnicas especiais. Next.
  • Cartões de memorização: Também não há paciência. Mas o Memorize Now pode poupar as cartolinas a quem se resolver a fazê-los.
  • Estabelecer padrões lógicos (achar uma relação alternativa entre os dados, como uma subtracção numa sequência de números): Na verdade costumo fazer isto, com relativo sucesso, e é um método que não me tenta a bater com a cabeça na parede. Claro que não funciona na tabela das velocidades, porque não existe qualquer padrão lógica nela.
  • Visualização (esquemas, etc.): Às vezes funciona muito bem, outras vezes é um desastre.
  • Escrever: O mesmo - tanto funciona muito bem como não ajuda nada.
  • Ensinar: Este tem a vantagem de ajudar com grandes quantidades de informação e com relações complexas, mas eu não costumo estar para aí virada.

(do SharpBrains)

  • Sessões curtas: Não se deve sobrecarregar o cérebro com conhecimento, fazendo sessões de memorização maiores que 30-40 minutos e repeti-las sem que haja um período de sono entre elas, como uma noite a dormir ou uma sesta. E eu não estou a tentar ter piada: está lá.
  • Dormir: Dormir, nem que seja uma hora, logo a seguir a aprender factos ou uma nova abilidade melhora em muito o desempenho da memorização - não se sabe exactamente porquê, mas podem ler o artigo original se quiserem saber mais. Eu digo que qualquer coisa que me diga que é bom interromper o estudo para ir fazer uma sesta é excelente.
  • Testar conhecimentos: Fazer exercícios e testes, mesmo aqueles que já conhecemos, é talvez a parte mais importante da memorização. A minha experiência no estudo de matemática corrobora isto.
  • Não fazer duas coisas ao mesmo tempo: A memória de curta duração é extremamente vulnerável às distracções e coisas simples, como estar a estudar e a ver televisão, a falar no msn, de olho no telemóvel ou a fazer qualquer outra tarefa torna o processo de memorização mais superficial. Um grande "ooooh!".

E agora que a procrastinação já foi suficiente e produziu qualquer coisa mais ou menos útil, eu vou voltar ao quadro de categorias de veículos. Depois disso, dormir a sesta.

Denise

publicado por Os Neurónios às 14:08
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