Grupo de AP - Escola Secundária de Pombal, 12º B, ano lectivo 2009/2010 - enfrenta com bravura artigos sobre neurociência, empresas de brain fitness, teorias de auto-ajuda e a preguiça para descobrir como pôr os seus neurónios a cintilar.

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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

Créditos Finais

A apresentação final foi, e sem baixas clínicas ou episódios psiquiátricos a registar. Chamemos-lhe vitória.

 

Ocorreu-nos, no entanto, que no meio do nosso ataque de pânico porque as actividades previstas nos computadores não davam (Ó MEUS GRANDES ******* DESLIGUEM-ME A CENSURA DA NET DA ESCOLA, DEVEM SER *****), nem nos lembrámos de fazer o nosso momento de choradeira das pedras da calçada. Falha grave, que resolvemos colmatar agora.

 

Assim, os nossos agradecimentos vão para:

  • A Professora Maria de Fátima Marques, não só por ter sempre que se agradecer à professora, mas também por, a título de amostra, nos ter salvo na introdução da apresentação (já estávamos todas em stress por causa dos computadores), andar a supervisionar o bom entretenimento de toda a gente nas mesas, ter coberto de forma escandalosa as nossas despesas com fotocópias que aconteceram porque as raparigas a modos que foram lá em cima da hora e andar a correr escada acima e escada abaixo connosco enquanto resolvíamos uns pequenos problemas logísticos. Não acrescento mais, porque o resto já não aconteceu hoje e nós até queríamos passar ao próximo tópico.
  • A turma, que foi, bem, a turma que é. Os holofotes da fama vão, a pedido, para a Diana, que foi nossa dactilógrafa ocasional e nos passou os diapositivos na apresentação - beijinho, beijinho.
  • O 10º B, que assistiram a nossa apresentação final e fizeram os nossos jogos: foram cinco estrelas. Agradecemos igualmente a disponibilidade e o interesse do professor Rui Varandas
  • O 12ºA, 12ºD e o 12º G, que assistiram à palestra do Doutor João Malva, e cinco estrelas foram; agradecimentos vão igualmente para os professores que nos disponibilizaram estes espaço de aula.

Estamos-nos a esquecer de alguma coisa? Se sim, vamos fazendo updates, eventualmente até constarem desta lista os nomes dos nossos animais de estimação.

publicado por Os Neurónios às 15:34
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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Desenhos de Santiago Ramón y Cajal

Alguns destes foram mostrados na palestra e eu gosto demasiado de ilustrações científicas antigas para não pôr isto aqui:

 

 

As legendas estão todas direitinhas na parte da Wikipedia de onde eu tirei isto.

Denise

 

publicado por Os Neurónios às 21:03
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Sábado, 15 de Maio de 2010

O Caminho para a Memória Fotográfica

Aqui a vossa sincera escriba inscreveu-se para o exame de código da estrada e tem, portanto, um rol de informação inútil pura para decorar, tarefa a que já me desabituei porque, enfim, o Estudo do Meio da primária já lá vai há uns anos. Mas este preâmbulo apenas serve para introduzir a minha busca épica via google por métodos de memorização e a lista de resultados que se segue:

 

(de memorization tips)

  • Criar um acrónimo (pegar nas primeiras letras de uma lista de termos e criar uma "palavra"): Funciona. Especialmente bom se os termos têm uma ordem - como as cores do arco-íris ou as divisões taxonómicas. Mas limita-se a memorizações muito simples. Next.
  • Criar uma frase (substituir os termos a decorar por outras palavras com a mesma letra inicial e fazer uma frase): O mesmo que com o acrónimo. Mas é um clássico, famosíssima na forma dos planetas - foi um dia triste para as mnemónicas quando Plutão deixou de ser um planeta - mas de momento não me lembro de nenhuma. O que prova algumas coisas sobre o prazo de validade da técnica.
  • Cantar: Estou céptica. "Ai ai ai ai, andei a mais de 90 numa localidade, passei um stop, ultrapassei na linha contínua, encandeei um cão com os máximos, abandonei um atropelado, ai ai ai contra-ordenações muito graves, ai ai ai ai lá se vai a carta de categoria B, com a qual se pode conduzir máquinas e tractores agrícolas até seis toneladas, por 2 meses a 2 anos...". Simplesmente, não me parece.
  • Repetição: Isso era o que eu estava a fazer antes de achar que não havia paciência para isto e precisava de técnicas especiais. Next.
  • Cartões de memorização: Também não há paciência. Mas o Memorize Now pode poupar as cartolinas a quem se resolver a fazê-los.
  • Estabelecer padrões lógicos (achar uma relação alternativa entre os dados, como uma subtracção numa sequência de números): Na verdade costumo fazer isto, com relativo sucesso, e é um método que não me tenta a bater com a cabeça na parede. Claro que não funciona na tabela das velocidades, porque não existe qualquer padrão lógica nela.
  • Visualização (esquemas, etc.): Às vezes funciona muito bem, outras vezes é um desastre.
  • Escrever: O mesmo - tanto funciona muito bem como não ajuda nada.
  • Ensinar: Este tem a vantagem de ajudar com grandes quantidades de informação e com relações complexas, mas eu não costumo estar para aí virada.

(do SharpBrains)

  • Sessões curtas: Não se deve sobrecarregar o cérebro com conhecimento, fazendo sessões de memorização maiores que 30-40 minutos e repeti-las sem que haja um período de sono entre elas, como uma noite a dormir ou uma sesta. E eu não estou a tentar ter piada: está lá.
  • Dormir: Dormir, nem que seja uma hora, logo a seguir a aprender factos ou uma nova abilidade melhora em muito o desempenho da memorização - não se sabe exactamente porquê, mas podem ler o artigo original se quiserem saber mais. Eu digo que qualquer coisa que me diga que é bom interromper o estudo para ir fazer uma sesta é excelente.
  • Testar conhecimentos: Fazer exercícios e testes, mesmo aqueles que já conhecemos, é talvez a parte mais importante da memorização. A minha experiência no estudo de matemática corrobora isto.
  • Não fazer duas coisas ao mesmo tempo: A memória de curta duração é extremamente vulnerável às distracções e coisas simples, como estar a estudar e a ver televisão, a falar no msn, de olho no telemóvel ou a fazer qualquer outra tarefa torna o processo de memorização mais superficial. Um grande "ooooh!".

E agora que a procrastinação já foi suficiente e produziu qualquer coisa mais ou menos útil, eu vou voltar ao quadro de categorias de veículos. Depois disso, dormir a sesta.

Denise

publicado por Os Neurónios às 14:08
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Sábado, 1 de Maio de 2010

Balanço do Dia da Ginástica Mental

E agora a frase mais comum deste espaço: blog não está morto. Estivémos ocupadas a preparar o nosso Dia da Ginástica Mental, que aconteceu na terça-feira, e depois a... recuperar e assistir preguiçosamente aos desenvolvimentos dos trabalhos dos outros grupos da turma (um vídeo da garrafa partida no átrio da escola estoirará no site dos Green Project a qualquer altura, esperamos).

 

Mas fazendo aquilo que o título diz: de manhã tivémos na escola o Professor João Malva, Presidente da Sociedade Portuguesa de Neurociências e investigador do Centro de Investigação de Neurociências da Universidade de Coimbra, que coordena a pesquisa sobre aplicação de células estaminais em curas de doenças do cérebro que esta universidade tem levado a cabo. O feedback que tivémos da palestra foi bastante positivo, e surgiram bastante temas, dados e perguntas que abordaremos mais tarde.

 

De tarde montámos a nossa coisa parecida com um workshop, que não correu tão bem. Talvez por termos que ter ido para a Sala de Estudo (em vez de fazer as actividades no antigo átrio da biblioteca, neste momento tristemente destruído, como tínhamos idealizado no início do ano e já habituado a trabalhos de AP, ou no átrio novo da escola, como tínhamos pensado quando nos mudámos para a parte nova da escola), por falta de publicidade ou por falta de vontade dos alunos, a afluência foi muito perto de zero. Os computadores onde queríamos mostrar o Lumosity nunca chegaram a funcionar, as actividades neuróbicas foram arrumadas, e os folhetos e jogos foram postos à disposição no balcão do átrio.

São uma data de esclarecimentos sobre os jogos distribuídos que motivam este post. Por motivos logísticos (falta de tempo, dificuldade da montagem, limite de cópias para o trabalho), acabámos por não fazer uma fotocópia frente e verso, com o jogo, instruções e soluções em cada exemplar. Não era grande problema enquanto estivéssemos presentes, uma vez que podíamos explicar as regras dos jogos e mostrar as soluções aos mais impacientes. Mas na distribuição livre nem há soluções nem instruções, uma vez que a cópia delas foi para casa de alguém (sem ressentimentos; devíamos ter previsto isso, mas tentem aproximar-se com um rolo de fita-cola de algum material escolar e vejam qual é a reacção).

 

Para instruções, tanto podem fazer download do pdf das instruções que produzimos (clicando aqui - o ficheiro é bastante pequeno, cerca de 80 kb), como, se se conseguirem desenrascar com o inglês (também há em japonês, mas vamos presumir que isso não será muito útil), ver os tutoriais da Nikoli, a maior editora deste tipo de jogos de lógica, que são giríssimos e aconselhamos vivamente.

 

A questão das soluções é mais complicada. Todos os jogos foram tirados do livro "Muito Além do Sudoku" (ética duvidosa?), que está disponível na Biblioteca Municipal de Pombal (localização: 794-13). Quem sentir mesmo necessidade de ir espreitar, pode ver a solução no livro, apesar de primeiro ter que identificar qual é o número do seu jogo. Se muita gente gritar pelas soluções, nós podemos fazer scan delas e disponibilizá-las aqui. Mas, se querem um conselho de quem fez um ou dois livros de sudoku, esqueçam as soluções; quando tudo está a dar certo, é porque acertámos, e quando não está, não podemos ir às soluções sem estragar o prazer de fazer o jogo.

 

E creio que, de questões técnicas, é tudo. Um bem-haja aos eventuais interessados.

 

Denise

publicado por Os Neurónios às 11:06
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Domingo, 11 de Abril de 2010

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Preguiçámos um pouco - bem, três semanas - depois da maratona de Área Projecto do fim do segundo período e devido às férias da Páscoa, o que levou a um tal hiato no blog que nem o novo cabeçalho me lembrei de pôr. O cabeçalho foi feito a partir de uma imagem que roubei daqui, e depois com o The GIMP, com um tratamento das letras um bocadinho mais elaborado do que o cabeçalho anterior, portanto espero que tenha um aspecto mais limpo. Aparece mal centrado no meu computador, mas isso foi coisa que nunca consegui resolver.

E este post serviu apenas para marcar o nosso regresso à actividade. Vai ter que ser um regresso muito rápido e eficiente, dado que a Semana das Ciências da escola, onde vamos fazer qualquer coisa parecida com um workshop, é já no fim deste mês.

Denise

publicado por Os Neurónios às 21:32
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Sábado, 13 de Março de 2010

Brain Awareness Week

Amanhã (Domingo) começa a Semana do Cérebro, título aportuguesado da Brain Awareness Week desenvolvida pela Dana Foundation, que também apresenta uma discrepância entre as datas (14-20 segundo a Ciência Viva, 15-21 em... tudo o resto, na verdade).

Começámos por planear aproveitar a onda da iniciativa, aproveitando as palestras dadas. Entretanto, foi marcada outra data para uma palestra e os eventos mais próximos são apenas uma exposição de fotografia (no Dolce Vita Coimbra, talvez a substituir os zebras e lamas robots que lá estavam Domingo passado), e que não temos a certeza de se relacionar muito com o nosso trabalho, pelo que já não estamos a prestar tanta atenção à Semana. De qualquer modo, do programa realçamos o Roteiro do Cérebro, no Porto, que vai passear-se pelos centros de investigação de universidades, e o concerto de música barroca na Biblioteca Joanina (em Coimbra) no Encerramento da Semana do Cérebro, dia 20.

O percurso do Roteiro do Cérebro decorre neste e no próximo fim-de-semana, mas creio que as inscrições já estão fechadas. Apesar disso, podem ver o programa se tiverem curiosidade.

O panfleto do concerto em Coimbra pode ser visto aqui, mas não consegui achar nenhuma informação sobre inscrições. Aliás, o site oficial da Biblioteca Joanina não tem concertos nenhuns agendados (o que talvez nos fizesse sentir melhor quando negligenciamos aqui o blog, se o visual do site não fosse tão bom).

Por curiosidade, fomos passar uma vista de olhos nos eventos de outros países. A Europa arrasa com os outros continentes, a Croácia arrasa com o resto da Europa com 63 eventos, e, pela lista, tem uns workshops bem interessantes - o cérebro e a criatividade, a cor da música, leitura de emoções pela expressão facial, construção da memória... Para os patriotas ou obcecados com o atraso nacional, tenho a dizer que Portugal, tendo em conta o tamanho, não está mesmo nada mal de eventos, apesar de serem todos a norte de Lisboa. O mapa mundial de eventos está disponível no site da Dana Foundation (aqui).

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publicado por Os Neurónios às 09:16
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Quinta-feira, 11 de Março de 2010

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Por alguma razão que me ultrapassa, o Sapo está a fazer uma birra desgraçada. Recusa-se a mostrar o título dos links de outros trabalhos de Área Projecto, e não há manha que eu consiga imaginar que o convença a pô-lo. Para mais, aquele ponto antes dos títulos está a enervar-me mas não percebo patavina do código duro do S2 que isto usa e não posso ir retirá-lo.

A nossa professora foi para a Itália, pelo que estamos a trabalhar por nossa conta, e também nas aulas de química (por causa de permutas). Até agora a coisa não tem sido um descalabro completo, o que não é pequeno feito.

publicado por Os Neurónios às 22:35
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O Cérebro na Cultura

Como distracção (até parece que temos pouco para fazer) resolvemos fazer um apanhado de filmes, livros, imagens, episódios de séries e tudo isso onde o cérebro faz aparições especialmente fantásticas, como o caso do episódio do Fringe sobre que já falei.

As nossas ideias seguem na caixa de comentários, à medida que as formos recolhendo, e também as vossas, caso as tenham.

publicado por Os Neurónios às 12:19
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Quinta-feira, 4 de Março de 2010

Deram-nos Um Dia!

Aquilo que começou com uma simples inscrição numa iniciativa das Ciências Vivas, que quase parecia feita por encomenda, acabou por se tornar, com as diligências da nossa professora, um Dia das Neurociências, a realizar lá para fins de Abril.

O que é óptimo, fantástico e maravilhoso, mas também significa que este vosso grupo, sempre caracterizado pela sua imensa descontracção, vai ter que começar a trabalhar um bocadinho mais depressa. Deve ter sido por isso que os administradores da Internet da escola, na sua infinita previdência e bondade, nos resolveram bloquear todos os sites de jogos, fazendo assim com que essa parte da pesquisa fique para fazermos em casa.

sinto-me: Assustadas
publicado por Os Neurónios às 12:55
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Terça-feira, 2 de Março de 2010

Brain Fitness: Whatahell?

Gostaria de começar por frisar que nós não somos nenhumas incultas e que sabemos inquirir correctamente "what the hell?". Mas "whatahell" é muito mais giro, por razões que poderia explicar, mas, pensando bem no assunto, é melhor não porque este é um blog escolar. Pensando ainda melhor no assunto, acho que "hell" também não é muito decente (valha-vos a santa padroeira do recato, anglo-saxões). Portanto, vamos fazer tudo de novo: imaginem a pergunta "quéisso?" no tom de voz do Bruno Aleixo.

Sim, eu sei que tenho uma certa tendência para divagar. Prossiguemos.

Brain fitness acaba por ser o principal tema do nosso trabalho, porque nos permite fazer uns jogos bonitos e dá-los aos estudantes. Esta ilustre teoria, muito jeitosa, defende que actividades, como sudoku, palavras-cruzadas (cluedo, jogo do stop, contas em pé, jogos de cartas, mineswepper, jogo da memória! - tudo o que dá jeito para uma aula de substituição) podem melhorar a nossa capacidade mental, numa analogia ao exercício físico. Exercício mental pode manter activo o cérebro de adultos que deixam o raciocínio descansar nas suas rotinas diárias, e prevenir ou minorar o declínio mental de doentes de Alzheimer, outras doenças neurodegenerativas, ou mesmo a puramente ligada à simples velhice. Ou melhor, é o que eles dizem. Tendo em conta o esmagador número de pessoas (toda a geração de baby boomers) que estão a entrar na idade em que se começa a esquecer o que foi o almoço, há muita gente interessada em dizê-lo. As empresas de brain fitness são um mercado fluorescente. Um dos exemplo mais célebres é o jogo Nintendo Brain Age; o site da Lumosity aparecer-vos-á em anúncios de qualquer site de jogos para estimular o cérebro ou dicas para a vida (Lifehacker! Desculpem, é o vício); o SharpBrains (abençoadíssimo site, louvadas sejam as pessoas que o criaram) é um site de avaliação e comparação de artigos, como software e livros, assim como várias notícias sobre o assunto.

Percebido o conceito? Espero que sim, que isto custou a sair e eu já estou a amaldiçoar a blogosfera em geral. Agora vamos prosseguir as nossas pesquisas sobre se isto é verdade ou não (isto é, chafurdar no ScienceDaily até à loucura) e fazer os ditos jogos.

Caso alguém queira experimentar o Lumosity, fale connosco que nós estamos profissionais no assunto. (Pensando nisso, será que o Bug Me Not - site utilíssimo, apontai - tem passwords para este site? Tenho que ver isso em casa, que a Internet da escola bloqueou-o. A heresia! São piores que a censura chinesa!)

 

Denise e Soraia (os pronomes

estão confusos, nós sabemos)

 

publicado por Os Neurónios às 10:34
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